Balanço (e III)

Os enfermos não podemos
ficar sãos a curto prazo.
Os doutores não têm azo
e os de sempre nos fodemos.

Por falar dum hospital,
sem publicitá-lo nada
a gestão será privada,
porque o público está mal.

Que na Espanha há muito paro?
O presente aqui é mais cru.
O PIB vai como o cu?
Aqui não ’tá nada claro…

Isso sim! Ré-descoberta
foi a magia do tijolo.
Haveria que estar tolo
pra deixar-lhe a porta aberta.

E com estes oito versos
ponho fim a este aborto,
criação de poeta morto,
fruto de magins perversos.

Inspirado num artigo
da gente de Feijoomente,
pra termos muito presente
que governa o Inimigo.

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~ por Além da Veiga em Segunda-feira, 19 Abril 2010.

Uma resposta to “Balanço (e III)”

  1. Eis!pos no está tan mal 😉 lo arreglaste muy bien!
    Me gusta, aunque eso, la semana que viene más y mejor, no??? resucita!!!jejeje

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